Se escrevo, escrevo por algum motivo, ou não. Talvez não exista um exato motivo, talvez seja simplesmente libertação da mente, purificação, ou alívio.
Se assim melhor me expresso, é assim que sempre me expresso.
O mundo gira, tão rápido que não podemos sentir.
Sentimos apenas as consequências, mas será mesmo que essas consequências já não eram nossas?
A cada giro desse mundo, desse visível aos nossos olhos. Uma escolha é feita.
Então, concluo que são muitas consequências para cada pessoa. No entanto, todos aguentam as consequências? Então, podemos estar pagando por consequências de escolhas de desconhecidos.
Dúvida, uma das tantas dúvidas.
E o que fazer?
Esquecer e continuar pagando consequências ao extremo do desconhecido. Ou nenhuma se for aquele de sorte.
Carol Marins.
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