terça-feira, 5 de junho de 2012

Explicação, sem.

Não tem explicação pro que acontece. 
É tão forte que chega a doer, que aperta no peito.
Mas é bom, é o melhor sentimento, a melhor sensação.
É surpreendente o que amor faz, o quanto transforma.
O quanto melhora, o quanto faz bem.
E agora, já não dá pra ficar sem. 

Carol.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Tudo.


É tudo que eu sempre quis.
É tudo que eu precisava e preciso.
É tudo que eu quero.
Se tornou o dono dos meus pensamentos. Todo o tempo presente em mim.
É meu ponto de paz, de apoio. É quem eu confio.
Quem me trouxe a real felicidade. Quem, tem a mim e ao meu amor.

Carol.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Anjo

E então, tudo mudou.
O que não fazia sentido, agora já tem todo sentido.
Você apareceu, e trouxe tudo que precisava, que eu preciso.
Me fez sentir algo desconhecido.
Agora, até o tal amor já faz sentido.
Um anjo, meu anjo, pra me fazer feliz, pra eu tentar cuidar.
Pra me proteger, me fazer sentir segura com um simples sorriso.
O sorriso mais lindo do mundo.

Carol.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Sensações estranhas me rodeiam.
Consumindo minha alma, deixando perdido, quem na verdade nunca se encontrou.
Fazendo com que aumente as confusões, as loucuras, a hora do surto total fica mais próxima.
Levando a possível lucidez e arrancando as boas vibrações, os bons pensamentos.
Deixando somente o sombrio, o triste, o confuso.
Até quando esperar? Até quando esperar esse mundo de sensações passar?
Mas talvez seja a única coisa a se fazer, ao menos nesse momento, ao menos por enquanto.

Carol Marins.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Verdade.

E dizem que tudo tem uma primeira vez né.
E dessa vez comigo acontece, gostar de alguém, ter um sentimento tão forte e verdadeiro. Agora percebo que pela primeira vez isso está acontecendo.
Sentir falta da sua voz, do seu sorriso, de você.
Precisar de você. Você tem algo tão incrível que a cada vez me encanta mais. Me faz gostar mais. Eu gosto de quem você é. De verdade.
Tão estranho pra mim, sentir e assumir isso. Mas uma hora isso tem de acontecer, talvez não seja agora o momento, então esperemos.
Sentir raiva de mim, por achar que esse sentimento seja errado. Mas talvez errado mesmo seja a minha visão de que sempre vai ser do mesmo jeito. Sempre vai dar errado.
Talvez seja necessário dar uma chance a isso que acontece. Se der errado, será só mais uma desilusão pra coleção.
Se der certo, será a felicidade realmente querendo chegar.
Veremos no que vai dar, o tempo nos mostra. O tempo rei.

Carol Marins.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

E é encantador por si só.
Passa menino, deixe o vento bater em seu rosto, sinta toda pureza que ele traz.
Faz-se vento, entre no movimento.
Sinta a energia que ele carrega. Deixe-a passar purificando sua alma.
Saiba que ele carrega toda verdade e talvez lucidez.
Pode, se você permitir, te mostrar tudo.
Tudo que está na sua frente e talvez você não queira enxergar.
Sacuda seus cabelos e desligue-se do mundo. Se ligue em você.
Descubra o que se passa, o que se quer, o que se sente.
Que toda pureza do vento penetre no seu ser, te enchendo de boas vibrações.
Sinta, respire, seja.

Carol Marins.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Por enquanto.

Estranho garoto. Garoto que conseguiu me transformar, em pouco tempo.
Um dia que pareceu um ano de boas sensações.                     
Sensações, que há tempos não sabia o que era. Agora,  com o tempo, poderei saber se isso pode ser considerado bom ou ruim. Por enquanto nada considero.
Por enquanto é apenas a melhor sensação que já tive. Não sei o que sinto.
Só sei que faz bem, e eu gosto. Ao menos por enquanto.
Ao menos até agora.

Carol Marins.

Dúvida.

Eu não sei o que acontece. Você se tornou o senhor dos meus pensamentos.
Parece que tempos já se passaram, e apenas um dia se foi. Um dia, contigo.
Um dia que pareceu que já te conhecia a tempos, que você já era parte de mim.
Você conseguiu me tirar de algo que não sei bem o que era. Então, mesmo que esse  sentimento que agora existe em mim não seja algo bom. Que me faça bem.
Você foi e sempre será algo muito bom da minha vida. Uma parte forte, apesar do pouquíssimo tempo.
Agora, só depende de você. E esse é o problema, como saber o que se passa em você?
Você é tão indecifrável. Não consigo ter nem idéia do se passa em você.
E isso me assusta, já que nada é tão assustador, quanto a dúvida.
Ao menos pra mim. Agora vou levando, até de você, eu conseguir saber o que vai acontecer.
Tudo está em suas mãos pequeno, grande rapaz.

Carol  Marins.

Respeito.

E assim, a paciência se esgota, vai passando diminuindo aos poucos. Certas coisas, cada vez menos são agüentadas, principalmente ouvidas sem resposta. Agora já não existe mais tanta tolerância, o respeito, é algo do passado, quem tem é quadrado. É careta e exagerado. O que é um absurdo numa sociedade tão diversa. O preconceito é algo que fingem já não mais existir. Mas enquanto erguem tamanho fingimento. Pessoas sofrem com o preconceito, sofrem todos os dias. Ataques absurdos à pessoas inocentes. E principalmente sem motivo algum, simplesmente por prazer, por ignorância, por tamanha ignorância.

Carol Marins.

E o tempo passa sem se perceber.

E o tempo passa sem se perceber. Tudo muda, tudo se transforma. A cada dia uma nova descoberta, a cada dia uma nova visão. Tudo passa deixando somente o necessário, sendo ele bom ou ruim. E o importante é o amadurecimento com os fatos, com os momentos, instantes, afins. Crescer , errar. Parte da natureza humana, acontecem querendo ou não. Não adianta fugir, o necessário é somente amadurecer. Erros que podem causar perdas que no momento são quase fatais, mas depois de um tempo se percebe que não eram tão fatais assim. E se segue a vida, cometendo novos erros, tendo novos aprendizados. Nada, nada é por acaso. Se revoltar só causa mais dor, e isso é algo que devemos fugir, é, a dor é algo inevitável, mas mais dor é sim possível de se evitar, basta pensar em si. Basta gostar mais de si. Depois que se passa a dar valor ao que se é, e parar de se preocupar tanto com os outros a visão da vida fica mais bela, mais pura, mais saudável. Apenas siga, pense, e ao mesmo tempo não pense e deixe tudo ser como deve ser.

Carol Marins.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Estranho e comum.

Estranho como tudo acontece. Eu já deveria ter me acostumado com toda essa confusão, mas parece que sempre me surpreendo.
Você, o garoto desconhecido por mim, como de uma hora pra outra pode ter conseguido puxar e fixar meus pensamentos em ti?
Sempre foi o que eu evitei, e até você aparecer eu estava conseguindo. O que você tem, eu não sei, não consigo entender. Não consigo desvendar os mistérios que a ti rodeiam. Nem os meus estou a conseguir, quanto mais os seus, já que não consigo olhar pra você e raciocinar. É como se toda vez que me chama, ou que olho uma fotografia sua. Eu me transportasse a um lugar desconhecido, mas bom, que me faz bem. Que me faz sentir leve e tranquila, que me faz esquecer de tudo que atormenta. Um lugar que sem você, eu não consigo ir, ou não quero ir.
Mas pronto, agora chegou o momento que sempre chega, o momento em que te arranco de mim, o momento em que passo a te tratar como se fosse alguém comum, alguém que nunca me marcou. Alguém que não vou mais olhar com os mesmo olhos. Alguém, que eu vou ter que me segurar, pra não fazer, nem falar nenhuma bobagem.
Estranho, como isso foi tão de repente, tanto sua chegada, como sua partida. Partida essa que parece ter feito um buraco em minha alma, ela já não parece tão completa e intacta. Mas comum, ao mesmo tempo. Comum, porque eu já me acostumei, com ter que arrancar de mim, sentimentos que não podem ser alimentados, sentimentos, que nunca deveriam ter se quer existido. Agora, você vai seguir sua vida, e eu vou ver tudo de perto, literalmente. E vou ter que ser forte, e é com essas pancadas que eu ei de amadurecer. Então agradeço, desde já, pelo crescimento que essa história irá me acrescentar.
Estranho, mas comum.

Carol Marins.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Acontecimentos. Será...

Sozinha, isolada, desamparada.
Perdida, sem rumo, sem a mínima noção de aonde ir, sem paradeiro, sem lugar.
Buscando a tal luz no fim do túnel. Mas que túnel será esse? Será ele invisível? Será ele visto somente por quem está à beira da completa loucura? Será ele um alguém, que levará a conhecer o bom da vida, a positividade do mundo e das pessoas.
Será, será. É só o que consigo falar.
Mas no momento são tantas dúvidas que me perco meio à elas.
Sem noção do que me espera quando fechar os olhos para um sono eterno. Mas será que ainda não demora para este acontecimento?
Talvez, por algum milagre, algo revolucionário ocorra em minha alma, em minha vida, em mim. Será mesmo que esse eterno fechar de olhos, será com os olhos fechados?
Seria mais tranquilo, com certeza, mas não há como saber, não é mesmo?
E nesse meio, perdida às tantas dúvidas, só consigo encontrar papel e lápis, e assim tentar me expressar. Se entenderão, não sei, mas me alivia, alivia essa angústia que chega a corroer minha alma, tira um peso do meu ser. Ser esse, sentimental, como o medo.

Carol Marins.