Me sinto estranha, distante do mundo talvez. Ou bem perto a ponto de sentir as dores dele.
Confusão, que me toma todos os dias, ao abrir os olhos, a vontade é de fechá-los, talvez descansar esses olhos cansados de chorar, cansados de sofrer. Ou descansá-los eternamente. Mas isso não depende de mim, não mesmo. E deveria me arrepender se fizesse algo assim, já que foi só mais uma pras coleções de desilusões, depois ainda aparecerão, mais muitos outros, que podem me fazer, descer bem mais rápido. Sem preparo.
Eu não sei mais o que acontece, acho que você conquistou meu estômago.
Parece até bizarro, mas pra mim não. É algo natural, é o mais perto que outro alguém já chegou do meu coração. Antes que eu arrancasse, por medo, talvez.
Você, eu permiti, mas você se arrancou de dentro de mim. E eu, eu não pude fazer nada.
Talvez por não querer, talvez por não acreditar que pudesse conseguir algo, além de sofrimento. De mais sofrimento.
Chega de confusão. Agora é hora de seguir, essas cicatrizes serão eternas, ou talvez não. Talvez essa ferida não seja grande o suficiente pra deixar marcas, daqui mais alguns dias, eu teria a definitiva resposta. Ou talvez em anos.
Muitos talvez, muitas dúvidas, é assim que eu sou, eu acho. Talvez.
Carol Marins.
sábado, 26 de novembro de 2011
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Pulsante.
Meu coração disparado, bombeante, pulsante...
Acho que não em mesmo jeito pra esse infeliz, foi feito para sempre ser um otário. Que só sabe sentir por quem o faz sofrer.
Não tem como ser educado com um desses. Como permitir que outros façam tantos estragos?
Deixe tantas marcas e cicatrizes que parecem eternas.
Não, isso não agrada. Isso feri, muito.
Pode ser que cicatrize rápido, mas qualquer segundo é uma eternidade de pulsações doloridas e cicatrizes, são sempre cicatrizes, nunca são boas.
Carol Marins.
Acho que não em mesmo jeito pra esse infeliz, foi feito para sempre ser um otário. Que só sabe sentir por quem o faz sofrer.
Não tem como ser educado com um desses. Como permitir que outros façam tantos estragos?
Deixe tantas marcas e cicatrizes que parecem eternas.
Não, isso não agrada. Isso feri, muito.
Pode ser que cicatrize rápido, mas qualquer segundo é uma eternidade de pulsações doloridas e cicatrizes, são sempre cicatrizes, nunca são boas.
Carol Marins.
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Desperto
Sacuda os sonhos de seus cabelos.Meu lindo menino, meu adorado.
Escolha o dia e escolha o signo do seu dia.
A divindade do dia.
Primeira coisa que você vê.
Uma praia vasta e radiante numa jóia de lua.
Casais desnudos correm junto ao mar tranquilo.
E ritmos como crianças meigas e loucas.
Os miolos moles de algodão de nossa infância nos fizeram presunçosos.
A música e as vozes estão ao nosso redor.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Giros
Se escrevo, escrevo por algum motivo, ou não. Talvez não exista um exato motivo, talvez seja simplesmente libertação da mente, purificação, ou alívio.
Se assim melhor me expresso, é assim que sempre me expresso.
O mundo gira, tão rápido que não podemos sentir.
Sentimos apenas as consequências, mas será mesmo que essas consequências já não eram nossas?
A cada giro desse mundo, desse visível aos nossos olhos. Uma escolha é feita.
Então, concluo que são muitas consequências para cada pessoa. No entanto, todos aguentam as consequências? Então, podemos estar pagando por consequências de escolhas de desconhecidos.
Dúvida, uma das tantas dúvidas.
E o que fazer?
Esquecer e continuar pagando consequências ao extremo do desconhecido. Ou nenhuma se for aquele de sorte.
Carol Marins.
Se assim melhor me expresso, é assim que sempre me expresso.
O mundo gira, tão rápido que não podemos sentir.
Sentimos apenas as consequências, mas será mesmo que essas consequências já não eram nossas?
A cada giro desse mundo, desse visível aos nossos olhos. Uma escolha é feita.
Então, concluo que são muitas consequências para cada pessoa. No entanto, todos aguentam as consequências? Então, podemos estar pagando por consequências de escolhas de desconhecidos.
Dúvida, uma das tantas dúvidas.
E o que fazer?
Esquecer e continuar pagando consequências ao extremo do desconhecido. Ou nenhuma se for aquele de sorte.
Carol Marins.
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